Veganismo é evitar ao máximo a exploração animal!

O Veganismo é o primeiro passo ético para promover os Direitos Animais na sociedade, rejeitando a ideia especista de que animais existem para uso dos seres humanos e colocando em prática o respeito a todas espécies.

No plano individual, o veganismo é uma atitude diária pelos animais, um modo de vida que consiste em não apoiar atividades que os explorem. Já no plano social, o efeito do veganismo é de representar os interesses e a voz dos animais em não serem tratados como alimento, mercadoria, recurso ou objeto.

A pessoa que pratica o Veganismo, conhecido mundialmente pelo termo em inglês “Vegan” (pronuncia-se vígan), ou em português por vegano/vegana, é uma pessoa que não frequenta “entretenimento” que utilize animais como rodeios, rinhas, aquários, farras do boi, touradas, circos (com animais), zoológicos; não compra calçados, bolsas ou roupas que utilizem a pele de animais (couro, lã, seda, etc); não consome cosméticos que tenham sido testados em animais ou evita, na medida do possível e praticável, quaisquer produtos que sejam testados em animais ou que possuem substâncias derivadas de seus corpos.

Consequentemente, a pessoa que pratica o veganismo possui também, obviamente, uma alimentação vegetariana (baseada em vegetais), sem a inclusão de derivados de animais, seja carne, frango, peixe, insetos, ovos, leite, mel ou qualquer outro insumo de origem animal.

Podemos dizer que o Veganismo é colocar em prática a teoria dos Direitos Animais e que o Veganismo (diferente do Vegetarianismo), evita usar animais não somente na alimentação, mas também em qualquer outra atividade.

O motivo para essas atitudes está baseado na compreensão de que os animais não são produtos, que os animais são seres sencientes (capazes de sentir e buscar emoções boas e evitar emoções ruins) e, o mais importante, por serem sencientes, são indivíduos tanto quanto nós (seres humanos), possuem consciência de sua existência e, portanto, não querem ser tratados como propriedade, não querem ser usados, muito menos violentados.

O Veganismo é respeitar esse principio de não tratar outro indivíduo como “algo” e sim como alguém.

 
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É importante dizer que como a essência do Veganismo são os DIREITOS ANIMAIS, veganos e veganas não concordam com o uso de animais para nenhuma finalidade, independente do tratamento que foi dado ao animal no processo (com muita ou pouca exploração – com leis de “bem-estar” ou não), logo, rejeitam a ideia mentirosa de que uma prática é aceitável, caso tenha sido praticada com “cuidados mínimos” com os animais, como por exemplo o famoso (e falacioso) abate “humanitário”, o uso de sedém de algodão nos rodeios ou criação de galinhas “soltas” para produção de ovos.

Pessoas que praticam o Veganismo perceberam, em algum momento de suas vidas, que existe toda uma realidade de incentivo a exploração dos animais e, por não concordarem com o uso e abuso deles, decidiram abdicar ao máximo de todo e qualquer apoio a esse modelo de vida especista e pensamento antropocêntrico.

Sendo assim, o Veganismo não é uma dieta, não é um conjunto de regras, não é uma religião ou qualquer outra interpretação errônea: o Veganismo é uma parte fundamental do Movimento Animalista.

O Veganismo é o primeiro passo, é a parte ética primária de se evitar ao máximo usar e explorar aqueles que se deseja salvar, colocar em prática o respeito às outras espécies e/ou rejeitar apoio financeiro aqueles que exploram os animais, não consumindo produtos e serviços que utilizem animais como se fossem uma propriedade humana.

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