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Feliz Libertação Animal em todo Natal! o//

O Natal é a época onde mais se fala de “vida, amor, compaixão e paz”, no entanto, é também o momento do ano onde mais se mata animais para finalidades diversas… Mas não desanime, há esperança, seja você a mudança que quer ver no mundo, coloque seu discurso na prática, adotando o Veganismo.

Além do Veganismo, também é importante divulgar essas informações para mais e mais pessoas.

Pensando nisso o CAMALEÃO resolveu desenvolver algumas capas de Facebook com temáticas de Direitos Animais, Veganismo, Vegetarianismo e outros.

Sugestão de Legenda para utilizar junto as capas veganas de Facebook:

1)

“Faça uma ceia #Vegetariana (sem produtos de origem animal)!  <3
.
Conheça e Pratique o #Veganismo, coloque seus valores de Respeito, Justiça e Compaixão na prática!  😉
www.SejaVegan.com.br
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• Para ter uma ideia do que é a Exploração Animal assista #Terráqueos: bit.ly/VerTerraqueos.”

 

2)

“Não coma o #presépio, respeite todas as criaturas! 🙂
Celebre com Vida e não com Morte! ? ?
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► ASSISTA #Terráqueos para ter uma ideia da necessidade de promovermos os Direitos #Animais: bit.ly/VerTerraqueos.”

 

Salve a imagem em seu computador, suba em seu Facebook e utilize nossa sugestão de legenda:

 

 

 

 

O CAMALEÃO é um grupo vale paraibano de Direitos Animais, divulgação do Veganismo e combate ao Especismo, focado principalmente em trabalhos de Educação Animalista, como uma ação direta pedagógica para despertar reflexões e mudanças.

O CAMALEÃO desenvolve uma série de atividades educativas, através de ações de panfletagens, palestras, eventos, grupos de estudos de direitos animais, biblioteca itinerante e também ações de maior impacto, como os cines animalistas, intervenções artísticas, oficinas de Comunicação e Direitos Animais, ato do DIDA, ações de conscientização de rua, entre outros.

Você pode ajudar ampliarmos nosso trabalho pelos Direitos Animais, tornando-se voluntário ou fazendo uma doação.

Escrito em por & arquivado em Ações, Taubaté.

Em luta e de luto pelo Dia Internacional dos Direitos Animais!

Nesse sábado (3), o CAMALEÃO realizou pelo quarto ano consecutivo a ação de exposição de animais (reais) vitimados pelo Especismo nos mais diversos âmbitos da Exploração Animal como matadouros, laboratórios de vivissecção, caça, pesca, fábricas de criação de animais para comércio e muitos outros.

A ação foi realizada na Praça (central) Epaminondas em Taubaté (SP), região do Vale do Paraíba, em observação e Luto pelo Dia Internacional dos Direitos Animais para conscientizar a população sobre o problema do Especismo, que é o preconceito contra os animais que tem seus interesses e direitos violados por não serem da espécie humana.
camaleao-leva-animais-vitimas-do-especismo-para-exibicao-publica-libertacao-animal-dia-internacional-direitos-animais-dida-2016
Nossos voluntários exibiram cadáveres de animais ou partes deles vitimados como vacas e bezerros (vítimas da produção de laticínios), bois (vítimas da produção de pele de couro), gatos (vítimas de pesquisas pseudo-científicas), cães (vítimas do comércio / abandono), porcos e peixes (vítimas do paladar), pássaros (vítimas da caça), entre outros.

Boa parte dos munícipes paravam para observar a ação, debater, conversar e tirar dúvidas sobre Direitos Animais. Os voluntários explicavam sobre Senciência, Anti-Especismo, a diferença do Vegetarianismo (dieta sem produtos de origem animal) com o Veganismo (posicionamento ético em respeito aos direitos animais), como abolir produtos de origem animal da alimentação, etc.
dialogo-rua-camaleao-ativismo-comunicacao-estrategica-veganismo-direitos-animais-sao-paulo
Atividades como essa do DIDA 2016 são extremamente necessárias para que as pessoas possam fazer a conexão que geralmente não fazem em suas vidas corridas, entre os produtos que elas geralmente consomem como pele de couro, laticínios, ovos e a relação direta com a exploração de cada indivíduo animal.

A produção de laticínios, por exemplo, esconde uma realidade muito pior do que a da carne, pois as vacas são constantemente engravidadas contra a vontade delas para que tenham leite que será extraído para venda. Seus bezerrinhos são separados da mãe para não mamarem e para virarem carne de vitelo e após intensa exploração as vacas são esquartejadas para fabricação de hambúrgueres.

A dieta vegetariana é uma resposta ética e compassiva para o problema dos laticínios, uma alimentação sem produtos de origem animal é possível e completamente saudável.
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No decorrer do ato, todos os voluntários gritavam em coro: “Animais não são objetos, animais não são produtos, animais não são mercadorias!”, no Megafone um ativista dizia: “Não estamos pedindo por doações ou assinaturas em petições, o que queremos é que cada um de vocês assumam a responsabilidade como consumidores e pratiquem a mudança, adotem o Veganismo!”, enquanto outros conversavam com o público ao redor da ação.

Além da exposição dos animais vítimas do Especismo, panfletagem, banners e diálogo com o público, contamos também com o carrinho multimídia realizando exibição de vídeos dos bastidores da escravidão animal, exibindo trechos de vídeos e documentários como o Terráqueos.

• Confira mais fotos do DIDA 2016 organizado pelo CAMALEÃO:
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ASSISTA O VÍDEO DO DIDA 2015:

Escrito em por & arquivado em Artigos, Direitos Animais.

Ética, Interesses e Direitos Animais

É através da Senciência que os animais possuem a experiência de sentir conscientemente a vida e, portanto, buscam emoções boas e evitam situações ruins. Todos eles. Os animais-humanos e também os outros animais.

As outras espécies de animais, assim como a nossa, também possuem interesses próprios, vontades pessoais, personalidades próprias. Há uma mente pensante em cada individuo animal.

Os animais não tem interesse em participar de situações estressantes como passeatas, de serem forçados a andar no asfalto quente podendo queimar seus coxins (almofadinhas), correr risco de pisar em cacos de vidro, etc.

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Eles também não tem interesse de estar em meio a uma multidão de humaninhos agitados, falando e gritando em megafones e carros de som e ainda de seres humanos desconhecidos ou de outros cães que podem irritá-los, escapar e atacá-los (como aconteceu algumas vezes em passeatas de anos anteriores) ou até de serem acidentalmente atropelados em meio ao barulho e caos do trânsito.

Os animais também não possuem interesse de serem tratados como “item de acessório” para combinar com o look do seu “dono” ou de serem exibidos na caminhada como “o troféu” mais bonito da vez – animais extremamente peludos visivelmente importados de um país de clima frio, tratados como se fossem uma mercadoria ou animais selecionados geneticamente para atender padrões estéticos comerciais estabelecidos pela vaidade da espécie humana.

Submeter os animais a determinado stress que é perfeitamente evitável para atender o objetivo do “dono” em exibi-lo ou para atender alguma outra finalidade antropocêntrica é agir de maneira oposta aos princípios dos Direitos Animais.

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Precisamos aprender a rejeitar a visão de que os animais sejam inferiores, sejam brinquedinhos ou bichinhos de pelúcia vivos que existem exclusivamente para nos agradar. A objetificação de animais não é compatível com a ótica de respeito e compaixão que esses magníficos seres sencientes merecem.

Além do mais, se determinada caminhada ou passeata tem como intuito a proteção íntegra dos animais, o exibicionismo não deve ser permitido e sim combatido e o foco dos participantes deve estar na conscientização dos munícipes ao redor.

Passeatas e caminhadas pelos animais devem ter como objetivo transformar a realidade e para isso é preciso Educar. A educação do outro começa pelo nosso exemplo, é preciso conscientizar a população, é preciso uma caminhada não com eles, mas que lute por eles e dissemine informações em prol do respeito aos direitos deles.

Parar para refletir e levar em conta os interesses e direitos animais e não sempre o nosso velho ponto de vista, geralmente antropocêntrico, é algo urgente a ser feito.

CAMALEÃO Staff.

Escrito em por & arquivado em Ações, Notícias, Taubaté.

CAMALEÃO é conhecido pela divulgação do Veganismo na região vale paraibana

A Câmara de Taubaté (SP) reconheceu o trabalho de lideranças que atuam na proteção animal na cidade.

O CAMALEÃO foi homenageado por seus trabalhos relacionados a educação e conscientização em Direitos Animais, pela execução de atividades de cunho informativo e transformador para a cidade como palestras, eventos, grupos de estudos de direitos animais (GEDA VALE), cinemas animalistas (CINEMÃO), oficinas de ComunicAção e Direitos Animais e também ações de contato direto com o público, através de intervenções artísticas, ações de conscientização de rua e outras.

 

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“Essas ONGs fazem o papel do poder público na cidade, mas muitas vezes não são levadas a sério. A causa animal, para uns, é uma loucura, mas, para outros, é uma missão. Essas pessoas estão honrando de forma efetiva a defesa da causa animal na cidade”, disse vereador Douglas Carbonne (PCdoB).

“Eles não defendem uma espécie, defendem todos os animais, sejam de grande ou pequeno porte, até marrecos resgataram, uma demonstração de preocupação com nossos animais. Essas pessoas têm agora o reconhecimento público, mas o reconhecimento social já existe, uma vez que todos conhecem os trabalhos de vocês.”

Pela ONG Cãopanheiros, recebeu a homenagem Elizabete Rodrigues; Afonso Neto representou a Vida Taubaté, e o atual presidente Douglas representou o CAMALEÃO.

O CAMALEÃO torna-se o primeiro grupo de Veganismo & Direitos Animais a receber um reconhecimento nesse sentido no Brasil, o grupo diz estar muito contente pela menção honrosa que contribui ainda mais para o reconhecimento do trabalho de educação que realizam e ajuda concomitantemente a impulsionar a mensagem sobre o Veganismo na cidade!

• Para saber mais sobre Veganismo, acesse: #SejaVegan.

Escrito em por & arquivado em Ações, Cidades, Notícias, Taubaté.

Garrafadas, insultos e ameaças físicas

O lamentável cenário de ameaças e ‪‎violência, ocorreu na segunda-feira (7), véspera do ‎Dia Internacional da Mulher‬, na porta da Câmara Municipal de Taubaté (SP), durante a sessão de votação para abolição das carroças.

A assessora do vereador Douglas Carbonne (PCdoB), a advogada Talita Landim, filmava o ato público de manifestação pacífica dos protetores, quando alguns carroceiros foram para cima dela, utilizando-se de apontar de dedos e “palavrões”, chamando aos berros de “porra, ‪‎vadia‬, e afins”.

Presenciando o ocorrido o atual Presidente do CAMALEÃO, Douglas Ribeiro, posicionou-se ao lado da assessora e disse “Calma, por favor!” para os carroceiros, o que – para a mentalidade dos carroceiros envolvidos – era motivo suficiente para cercar as duas pessoas e proferir mais palavrões e ameaças físicas e ameaças de ‎morte‬: “fiquem espertos na rua”, “te pego na saída”, “vou te matar, vou te matar!”.

Prevendo o pior, o integrante do CAMALEÃO puxou a assessora para um local mais distante da porta e nisso as ameaças físicas e de morte aumentaram: “vamos te pegar na saída”, “você já está morto”.

No mesmo instante, um dos carroceiros foi para cima de outro voluntário do CAMALEÃO que ao recuar para evitar o conflito quase teve sua cabeça atingida por uma garrafa, que foi arremessada por esse carroceiro.

presidente-de-ong-de-defesa-animal-CAMALEÃO-e-ameacado-de-morte-ativismo-animalista-libertação-animal

 

O voluntário está bem, por sorte, teve apenas sua perna atingida com os estilhaços. No entanto, questionamentos ficam no ar:

Uma pessoa que lança uma garrafa em direção a cabeça de outra, com total intenção de machucá-la gravemente, é uma pessoa capaz de tutelar um cavalo? Carroceiros que ameaçam mulheres, na primeira oportunidade de vulnerabilidade que encontraram, são capazes de tutelar animais? Cavalos são animais sencientes e não escravos, ou parte de um veículo.

Minutos depois do ocorrido a Polícia chegou e os agressores se dispersaram.

O vereador Carbonne, que teve sua assessora ameaçada, emitiu uma nota de repúdio.

O Boletim de Ocorrência foi registrado e provas estão sendo levantadas para que, caso uma nova tentativa de agressão aconteça, já tenhamos a devida documentação.

O ativista Douglas Ribeiro, que foi ameaçado, é Presidente do CAMALEÃO e também membro do Conselho Municipal de Taubaté (COMPBEA).

Vídeo do cerco e das ameaças:
[Aguardando liberação das imagens de segurança da Câmara Municipal de Taubaté (SP)]

Vídeo do momento da garrafada:

O CAMALEÃO, que atua há mais de três anos na defesa dos Direitos Animais em diversas cidades do Vale do Paraíba, solicita a todos os munícipes de Taubaté (e de outras cidades) que manifestem sua indignação pela violência contra essas pessoas e pedindo o fim das carroças na cidade. Enviando e-mail aos vereadores e participando da votação na próxima segunda-feira (14), às 17 horas.

Solicitamos também as ONGs de Defesa Animal e ativistas independentes, aos diversos companheiros da causa animal, que ajudem-nos nessa mobilização e que compareçam nessa votação. Os animais dependem disso.

• E-mailis dos atuais vereadores de Taubaté (SP):
vrjeferson@camarataubate.sp.gov.br, vrcarbonne@camarataubate.sp.gov.br, vereadoralexandre@gmail.com, vrsalvador@camarataubate.sp.gov.br, vrverasaba@camarataubate.sp.gov.br, professorapollyana@gmail.com, vrnunescoelho@camarataubate.sp.gov.br, noiltonramos@gmail.com, vereadorneneca@gmail.com, vrgraca@camarataubate.sp.gov.br, gabinetejoaovidal@gmail.com, joffreneto@camarataubate.sp.gov.br, vrpeixoto@camarataubate.sp.gov.br, vrgorete@camarataubate.sp.gov.br, vrpaulomiranda@camarataubate.sp.gov.br, vrluiz@camarataubate.sp.gov.br, vrbilili@camarataubate.sp.gov.br, vrdiegofonseca@gmail.com,.

 

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Equitação: técnica / exercício de andar a cavalo

Imagine que alguém pusesse você para dançar uma dança que você não sabe qual é, uma dança exótica, cujos passos são idealizados por esse outro ser estranho. Imagine essa dança realizada por seu corpo, mas orientada por esse outro, passando um ferro sobre sua língua, atado em correias que ele segura e puxa para si, forçando as duas laterais de sua boca, friccionando seus dentes molares, obstruindo seu movimento de engolir a saliva, um freio. Imagine-se nessa condição por horas. Todos os dias.

Sempre que o condutor dessa dança quiser fazer você parar, virar para um lado, seguir pelo outro, recuar, ele puxa com força o ferro que prende sua língua. Enquanto ele realiza a dança usando o seu corpo como par, sua língua está pressionada contra o fundo da cavidade bucal. Mal e mal você consegue engolir a saliva. Sua baba escorre, então, boca afora. Sua garganta seca. A dor é insuportável.

Se quer ter uma pequena ideia do que está lendo, enquanto lê, pressione sua língua contra o fundo da boca, mantendo-a assim até terminar a leitura. Se conseguir fazer isso sem babar o teclado, já está melhor preparado para ser montado e forçado com um freio a fazer coisas que não tem o menor propósito ou interesse em fazer. Sugestão de Nevzorov que estou repassando, pois fiz a experiência enquanto lia o texto explicando a violência de um freio na boca de um cavalo. Mas, vamos em frente! Mantenha sua língua presa pressionando com o dedo mais forte, porque senão você não vai aguentar o tranco.

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Mas quem senta em cima de você, atrás de sua cabeça, comandando esses cordames que maltratam sua boca e destroem seus molares pelo contato e fricção do ferro (freio), jamais pode ver a sua expressão de dor e pavor, a sua boca completamente arremetida para um lado, para o outro, a cada investida para fazer você seguir por onde você não seguiria naturalmente.

Todos os nervos ali presentes na região de sua boca e arredores são afetados pelos puxões levados a cabo no metal contra sua língua, e os cantos de sua boca. E sua língua e sua boca são órgãos naturalmente evoluídos apenas para deixar você se alimentar, lamber seus estimados companheiros ou companheiras, não para servir de meio de tortura pelo qual forçam você a aprender a fazer os tais passos de uma dança que serve bem ao propósito de quem monta em você, mas em nada serve aos propósitos de seu espírito equino, nascido para dançar e voar livre pelos prados afora, sem ferros atravessando sua boca.

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Enfim, não há boca de animal algum nesse planeta que seja tão violentada pela mão humana quanto a de um cavalo usado para montaria. Quem achar que eu estou inventando, estude, por favor, um pouco mais de anatomia, fisiologia e psicologia de animais torturados pela equitação. Um bom começo é o livro Equestrian sport: secrets of the “Art”, de Nevzorov Haute Ecole. Depois conversamos sobre a beleza da prática da equitação.

Na “arte” esconde-se uma imensa violência. Quem não quer ver o que faz ao animal, deveria passar um dia de sua vida sendo guiado por um freio atravessando sua língua e pressionando a pele dos cantos de sua boca, a cada vez que um montador quisesse fazer o seu corpo seguir mais veloz, menos veloz, para a direita, para a esquerda, recuar. Recuar da prática da equitação é o mínimo que se deveria fazer em respeito aos cavalos. A única arte que ali existe é a de esconder a verdade de sua dolorosa performance.

E olha que só falei do freio. Mas tem muito mais. E tudo escondido. Bem escondido. Do público, que na velocidade não pode ler a expressão de medo do animal, e do montador, que, ficando atrás dos olhos e da boca do cavalo, jamais vê as contrações de dor em sua boca e a expressão de pavor em seus olhos. Mas as fotos tiradas por quem estuda tudo isso a sério não permitem mais a enganação geral.

Texto por Dr. phil. Sônia T. Felipe, fundadora da Sociedade Vegana.

Fonte: Portal Veganismo.